Pedro já estava casado a 22 anos e sempre soubera que sua mulher Rita o traía. Porém,nunca soube quem era ou eram os amantes,sempre tivera medo de saber a verdade. E quando indagava a mulher sobre isso,ela o acusava de não amá-la pois não acreditava quando lhe dizia que ele era o único homem de sua vida.Mas ele sabia que isto era só um modo de se defender,ela mantinha relações com outros homens e agora estava decidido a descobrir quem eram. Tinham um filho,Rafael Fernando agora com 18 anos, todos comentavam que era dependente químico e já estava metido nos roubos que aconteciam no bairro,mas seu pai sabia que era um bom rapaz e aliás ele o defendia pois sabia que a mãe era uma vadia.
Seu plano começou quando ouvira a mulher falando com o suposto traidor ao telefone.Pedro havia chegado em casa e ela não percebera,então escutou-a marcando um encontro em sua própria casa a noite,quando Pedro supostamente iria estar trabalhando,era acostumado a trabalhar até tarde.Porém,esta noite ele não iria trabalhar,planejou tudo,chegaria em casa as 22h,subiria até o seu quarto sem ser percebido e daria um flagra, levaria uma arma caso precisasse defender-se mas nunca passara por sua cabeça matar a mulher e seu amante.
As 21h40min saiu do trabalho,deixou tudo organizado no escritório para que achassem que ele havia trabalhado aquela noite e pegou um taxi até sua casa pois se fosse de carro alguém poderia perceber e avisar Rita .Ao chegar em casa,entrou com passos curtos e leves,subiu até o quarto e ali estavam sua mulher e um homem que ele havia visto algumas vezes no bairro.Os dois em sua cama. Quando o viram,ficaram assustados e ela logo começou a explicar,porém Pedro não queria explicações e para calá-la eternamente,pegou a arma em sua maleta e atirou.Três tiros,um em sua mulher,outro no amante,o terceiro não viu onde foi. Estava descontrolado,não era isso o que planejou fazer,ele, um homem tão respeitado,com uma cabeça boa,um carreira de advogado de sucesso,definitivamente não poderia acabar sua vida preso em um presídio. Limpou a arma com o lençol e a deixou lá no local,voltou caminhando para seu escrito,como era detalhista lembrava de todos os horários e já havia adiantado seu trabalho,não haveria como a policia desconfiar dele.
Eram 23h quando a policia o foi buscar em seu escritório, o avisaram que sua mulher foi encontrada morta juntamente com o amante.O levaram até a delegacia onde deu seu testemunho afastando todas as chances de pensarem que ele era o culpado.Mas depois lhe contaram que Rafael Fernando os havia encontrado mortos e chamou a policia,quando chegaram na casa o rapaz estava transtornado com a arma do crime na mão.Todas as provas indicavam para o rapaz.Não podia ser,seu filho,seu filho que tanto amava,agora iria pagar por um crime que não cometeu. Então, Pedro voltou a delegacia para falar de novo com o comandante do caso, lhe contou toda a verdade, porém ele e ninguém acreditou pois seu álibi era perfeito e aliás um homem como ele não poderia ter coragem de matar sua própria mulher,já o filho teria pois nunca se dera bem com a mãe.O delegado o mandou embora e disse que agora sim o admirava,inventou uma história só para tentar salvar o filho.
Depois do enterro Rafael foi preso e depois de 4h na cadeia foi achado morto, havia tomado uma dose muito grande de remédios. Ao saber disso, Pedro que havia se tornado indiretamente o assassino do próprio filho, fez o mesmo que ele e assim acabou com os seus problemas.
terça-feira, 30 de março de 2010
segunda-feira, 29 de março de 2010
Indecisão
Indecisão. Isso combinava com ele, sempre fora indeciso e agora que estava se preparando para morrer, essa maldita indecisão ainda o acompanhava. Qual seria a melhor escolha?
Quem sabe um tiro no peito ( ou seria melhor na cabeça), a morte seria rápida, sem sofrimento; mas havia um empecilho: não tinha uma arma. Uma vez ate pensara em comprar uma, mas logo desistira da idéia, uma arma era muito cara, o salário era pequeno e ele sabia que nunca conseguiria dar um tiro em alguém.
Veneno. Isso ele tinha em casa, havia comprado para os ratos, embora ele nunca tivesse visto um no apartamento à mulher dizia que estava cheio e a palavra dela era lei para ele, sempre fora mandado pela mulher. Ela o traia, todo mundo sabia, ele sabia, o pessoal do prédio, os do escritório e os amigos. Amigos? Nunca tivera amigos. Voltou a pensar no veneno, não era uma boa idéia, a idéia de ficar horas agonizando o assustava.
Morrer enforcado, ele achava essa a melhor saída. Uma vez tinha lido que essa era uma das maneiras mais rápidas e indolores de morrer, se bem feita. Bem feita? E se fosse mal feita? Será que ele poderia agonizar durante algum tempo ou quem sabe sobreviver e ficar tetraplégico? Ele nunca se dera bem com nós, sofria ate para amarrar os calçados. Morrer enforcado estava fora de cogitação.
Já tinha ouvido falar de donas de casa que se suicidavam, enfiando a cabeça dentro do forno de seus fogões e ligando o gás, mas e se isso demorasse? Seus filhos poderiam entrar e salvá-lo, não, eles não iriam salva-lo no máximo perguntariam se ele queria que aumentassem a quantidade de gás. Nem falavam com ele, não o respeitavam, eram ingratos, ele lhes dera todo seu amor e agora eles o pagavam com o ódio. Nem sentiriam sua falta, ninguém sentiria sua falta.
Pensando bem ele ainda não estava pronto para morrer, achava que morrer era fácil o ruim era viver, mas agora chegara a conclusão de que morrer era muito difícil. E enquanto pensava nessas idéias resolveu sair para beber uma cerveja (ou seria melhor vodka?).
Quem sabe um tiro no peito ( ou seria melhor na cabeça), a morte seria rápida, sem sofrimento; mas havia um empecilho: não tinha uma arma. Uma vez ate pensara em comprar uma, mas logo desistira da idéia, uma arma era muito cara, o salário era pequeno e ele sabia que nunca conseguiria dar um tiro em alguém.
Veneno. Isso ele tinha em casa, havia comprado para os ratos, embora ele nunca tivesse visto um no apartamento à mulher dizia que estava cheio e a palavra dela era lei para ele, sempre fora mandado pela mulher. Ela o traia, todo mundo sabia, ele sabia, o pessoal do prédio, os do escritório e os amigos. Amigos? Nunca tivera amigos. Voltou a pensar no veneno, não era uma boa idéia, a idéia de ficar horas agonizando o assustava.
Morrer enforcado, ele achava essa a melhor saída. Uma vez tinha lido que essa era uma das maneiras mais rápidas e indolores de morrer, se bem feita. Bem feita? E se fosse mal feita? Será que ele poderia agonizar durante algum tempo ou quem sabe sobreviver e ficar tetraplégico? Ele nunca se dera bem com nós, sofria ate para amarrar os calçados. Morrer enforcado estava fora de cogitação.
Já tinha ouvido falar de donas de casa que se suicidavam, enfiando a cabeça dentro do forno de seus fogões e ligando o gás, mas e se isso demorasse? Seus filhos poderiam entrar e salvá-lo, não, eles não iriam salva-lo no máximo perguntariam se ele queria que aumentassem a quantidade de gás. Nem falavam com ele, não o respeitavam, eram ingratos, ele lhes dera todo seu amor e agora eles o pagavam com o ódio. Nem sentiriam sua falta, ninguém sentiria sua falta.
Pensando bem ele ainda não estava pronto para morrer, achava que morrer era fácil o ruim era viver, mas agora chegara a conclusão de que morrer era muito difícil. E enquanto pensava nessas idéias resolveu sair para beber uma cerveja (ou seria melhor vodka?).
domingo, 28 de março de 2010
Apresentações
Apresentações,não há quase ninguém que goste delas,mas não há ninguém que escape delas. Você pode se trancar no carro,fingir que esta atrasado ou tentar inventar qualquer desculpa mas nunca consegue fugir do maldito momento de se apresentar a alguém.O normal é começar: "prazer,Larissa..." e depois? Devo falar minha idade,onde moro,onde quero estar,ou simplesmente esperar que a pessoa faça outras perguntas?
Mas o que mais me intriga, é que as apresentações são necessárias.Então,como não gostar de algo tão importante? Isso ninguém sabe explica.
Porém há momentos em que as apresentações até são agradáveis,como quando você vai se apresentar pro seu pretendente ou quando vai se apresentar para alguém em quem esteja interessado. Porém,esse é um dos únicos tipos de apresentações que são bons.
Tem aquelas apresentações reencontros,que são quando você vê aquela tia que não via a anos e ela sempre fala aquela linda frase "como você tá bonita,gordinha",na verdade isso devia ser um crime no mundo em que vivemos sendo que os padrões de sociedade ditam que o bonito é a magreza,então,essa frase pode levar as meninas a terem depressão e problemas alimentares.Tias assassinas!
E há também aquelas apresentações no trabalho,escola..onde ninguém se conhece e mesmo depois das apresentações continua sem se conhecer.
Mas enfim,independente da vida que você leva,sempre haverá momentos que será preciso de apresentar.Então,nada melhor do que dizer na apresentação desse blog: "Prazer,Larissa,vou postar crônicas sobre diversos assuntos,algumas serão inéditas outras serão famosas.Algumas serão escritas por mim,outras por qualquer pessoa.Caso queira ter uma crônica sua aqui,basta me mandar que eu posto.Postarei sempre que puder e tiver algo pra postar.Obrigado pela atenção".
Mas o que mais me intriga, é que as apresentações são necessárias.Então,como não gostar de algo tão importante? Isso ninguém sabe explica.
Porém há momentos em que as apresentações até são agradáveis,como quando você vai se apresentar pro seu pretendente ou quando vai se apresentar para alguém em quem esteja interessado. Porém,esse é um dos únicos tipos de apresentações que são bons.
Tem aquelas apresentações reencontros,que são quando você vê aquela tia que não via a anos e ela sempre fala aquela linda frase "como você tá bonita,gordinha",na verdade isso devia ser um crime no mundo em que vivemos sendo que os padrões de sociedade ditam que o bonito é a magreza,então,essa frase pode levar as meninas a terem depressão e problemas alimentares.Tias assassinas!
E há também aquelas apresentações no trabalho,escola..onde ninguém se conhece e mesmo depois das apresentações continua sem se conhecer.
Mas enfim,independente da vida que você leva,sempre haverá momentos que será preciso de apresentar.Então,nada melhor do que dizer na apresentação desse blog: "Prazer,Larissa,vou postar crônicas sobre diversos assuntos,algumas serão inéditas outras serão famosas.Algumas serão escritas por mim,outras por qualquer pessoa.Caso queira ter uma crônica sua aqui,basta me mandar que eu posto.Postarei sempre que puder e tiver algo pra postar.Obrigado pela atenção".
Assinar:
Comentários (Atom)
.jpg)
